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Destaques

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O Observatório das Metrópoles e o Comitê Popular de Lutas promovem, no dia 18 de setembro, o primeiro encontro do Fórum de Debates A Metrópole do Rio de Janeiro: conflitos e desafios contemporâneos, com o tema “As contra-reformas e a crise econômica e política do Rio de Janeiro: os impactos sociais da tragédia anunciada”. O evento pretende discutir as raízes da crise econômica e política do Rio, e contará com a participação de João Roberto Lopes Pinto (Instituto Mais Democracia), Lia Rocha (UERJ), Nelson Rojas (Observatório das Metrópoles) e Sandra Quintela (Instituto PACS).

O INCT Observatório das Metrópoles deu início ao seu novo programa de pesquisa para o período (2017-2020), intitulado “As Metrópoles e o Direito à Cidade na inflexão da ordem urbana brasileira” – um extenso projeto que norteará a continuidade da rede de pesquisa no âmbito do Programa Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT/MCT&I/CNPq).

Dentre as ações do novo programa, merece destaque o monitoramento local das políticas urbanas e sua avaliação no corpo dos processos de financeirização e mercantilização das cidades brasileiras. Por esse motivo, a Coordenação Nacional do Observatório, sediada na UFRJ, mobilizou parceiros para a realização do Fórum Permanente sobre a Metrópole do Rio de Janeiro. A proposta é realizar encontros para aprofundar as análises de conjuntura e apontar as causas da crise fiscal e política do estado do Rio de Janeiro, como também as possíveis soluções para o estado, a metrópole e o capital fluminense

Desse modo, o Fórum de Debates "A Metrópole do Rio de Janeiro: conflitos e desafios contemporâneos" tem início no dia 18 de setembro de 2017 com foco na análise sobre as raízes da crise econômica e política do Rio.

O fórum conta com o apoio e colaboração de parceiros como A Casa Fluminense, IBASE, Central de Movimentos Populares (CMP) e FASE.

 

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As eleições de 2016 foram marcadas pela vitória das forças conservadoras na grande maioria das cidades do estado do Rio de Janeiro, reforçando os riscos de aprofundamento das graves desigualdades sociais que já marcam a metrópole fluminense e de expansão da neoliberalização das políticas públicas. Diante desse contexto conservador com provável intensificação dos conflitos urbanos foi lançado o Comitê Popular de Lutas — uma articulação que reúne organizações populares, sindicais, organizações não governamentais, pesquisadores, estudantes e outros atores sociais comprometidos com a luta pela justiça social e ambiental, e pelo direito à cidade. O objetivo do Comitê é articular as diversas lutas sociais em torno de um novo projeto includente, socialmente justo e democrático no estado do Rio de Janeiro.

O Comitê Popular de Lutas é um desdobramento da experiência do Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas do Rio de Janeiro — sendo também inspirado em outras experiências de articulação das lutas sociais como a Articulação Nacional dos Comitês Populares, o Fórum Social Mundial, o Fórum Social Urbano, a Plenária dos Movimentos Sociais, ente outros.

 

SERVIÇO

Data: 18/09/2017

Horário: 18h 30

Local: IFCS/UFRJ — Salão Nobre

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Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional

 

A Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional (ANPUR), por meio da sua Diretoria, vem se solidarizar com os professores, os alunos e os funcionários  da  Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). A crise da UERJ é um golpe duro na democracia brasileira, promovendo a destruição de anos de trabalho e dedicação ao ensino, à pesquisa e  aos projetos de extensão de caráter popular.

A sociedade brasileira, além da fluminense e da carioca, é a principal prejudicada.Este manifesto tem o propósito de apoiar a luta dos colegas e trabalhadores da UERJ e também conscientizar toda a comunidade acadêmica sobre o que está em jogo na universidade pública brasileira no momento em que se promove o desmonte daquela universidade. Avançam as medidas de corte de gastos que podem culminar na extinção da universidade, logo depois desta ter vivido um importante processo de expansão.

A UERJ foi, até recentemente, um importante laboratório de inclusão social por meio da ampliação do acesso ao ensino, à pesquisa e à extensão e isso atraiu novos atores às disputas políticas, pois muitos deles lidavam diretamente com as demandas da população na ausência de políticas públicas  continuadas. A UERJ foi pioneira na implantação do sistema de cotas raciais (Lei nº 3524/2000), num momento em que apenas 4% da população brasileira (dados de 1997), constituída de pardos e negros, tinham acesso à universidade.

Esse pioneirismo foi de encontro aos interesses das elites, que temem perder o controle das instituições de ensino. Reconcentrar os recursos públicos nas áreas privilegiadas é uma forma de abortar esse projeto de inclusão e reforçar novamente o processo de discriminação.

O que está em jogo no caso da UERJ, portanto, é um projeto de universidade pública voltado à inclusão social. Um projeto que passou a criar acesso ao ensino superior, às condições de pesquisa e a gerar benefícios concretos, via formação intelectual, profissional e crítica, para as camadas sociais da população brasileira, historicamente alijadas do acesso ao conhecimento científico, mas também de permitir o acesso a uma universidade identificada com as demandas das populações quase sempre desassistidas pelo Estado.

É este projeto que está sendo atacado e com ele todos os demais projetos acadêmicos e de inclusão, programas e planos de uma universidade voltada para o cidadão e à produção científica de excelência no Brasil.

 

O caso UERJ não é isolado. A sua extinção seria mais um duro golpe na democracia brasileira.

 

Por estes motivos, a Direção da ANPUR presta apoio e solidariedade aos professores, alunos e funcionários da UERJ nesse momento difícil para a universidade brasileira.

 

 

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O Instituto Pereira Passos está com inscrições abertas para a 2ª edição do Prêmio IPP Maurício de Almeida Abreu, que vai selecionar as melhores teses e dissertações sobre a cidade do Rio de Janeiro. O objetivo é estimular a reflexão sobre a realidade social, urbana, econômica, política, cultural e ambiental do município e suas interações com a Região Metropolitana.

Para participar é necessário que o trabalho tenha sido defendido e depositado entre 1° de janeiro de 2014 e 31 de dezembro de 2016 em programas de pós-graduação Stricto sensu, reconhecidos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Serão premiadas as duas melhores dissertações de mestrado e as duas teses de doutorado. O primeiro colocado na categoria tese de doutorado receberá R$ 14 mil e o segundo R$ 9 mil. Já o vencedor da dissertação de mestrado ganhará R$ 8 mil e o segundo colocado R$ 5 mil. A comissão julgadora será composta por cinco membros de instituições de reconhecida reputação em pesquisa acadêmica.

Os interessados devem encaminhar os seus projetos e a documentação necessária até as 18h do dia 20 de setembro para o endereço: Rua Gago Coutinho, 52 - Laranjeiras.

 

O edital está disponível na íntegra no site do IPP: www.rio.rj.gov.br/ipp.

 

Mais informações pelos telefones: (21) 2976-6549 ou 2976-6462

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