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movimentos sociais

                                Crédito: Fórum Nacional de Reforma Urbana/reprodução

 

 

Prazo: 21 de janeiro à 7 de fevereiro de 2020

 

Está aberto o edital para o processo seletivo de candidatos ao curso de Especialização/Extensão Cidades, Políticas Urbanas e Movimentos sociais até dia 7 de fevereiro de 2020.

O curso visa oferecer uma formação especializada sobre a questão urbana brasileira, a partir de uma perspectiva pluridisciplinar. O edital é destinado a graduados de diferentes áreas de conhecimento, e embora aberto a interessados oriundos do campo profissional e acadêmico, tem como público-alvo ativistas e militantes da sociedade civil com atuação em direitos humanos na cidade.

Mais informações acesse: http://www.ippur.ufrj.br/index.php/pt-br/editais/586-curso-cidades-politicas-urbanas-e-movimentos-sociais-turma-2020

O periódico cientifico Cadernos do Desenvolvimento Fluminense convida professores e pesquisadores doutores ou doutorandos para submissão de artigos sobre os diferentes aspectos da economia e da sociedade fluminense que contribuam para o campo amplo, multidimensional e disciplinar do desenvolvimento regional.

A revista é uma publicação semestral da Fundação Ceperj, em parceria com o Instituto Pereira Passos, que pretende discutir questões-chave relacionadas com o desafio do desenvolvimento sustentável do Estado do Rio de Janeiro e temas correlatos. Reunindo trabalhos sobre as políticas públicas implementadas pelas esferas municipal, estadual e federal oriundos das diversas áreas do conhecimento.

Mais informações acesse: https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/cdf

 

cadernos des fluminense

clacso

 

O Conselho Latino-americano de Ciências Sociais (CLACSO) divulga chamada para submissão de trabalhos sobre o tema “Expansão mercantil capitalista e a Amazônia como nova fronteira de recursos no século XXI”. O prazo para envio de artigos vai até 10 de fevereiro de 2020. O objetivo do CLACSO é aprofundar o conhecimento das causas das transformações sócio-econômicas e espaciais que ocorrem atualmente na Amazônia.

 

CHAMADA

El espacio amazónico implica una compleja diversidad ecosistémica, biológica, económica y cultural. La explotación indiscriminada de la riqueza natural, sea petrolera, gasífera, minera, bosques, la tierra o el agua, va acompañada de nuevas dinámicas demográficas y presiones de ocupación que exacerban la precarización del trabajo y la explotación ilimitada de los recursos.

 

La expansión mercantil capitalista en las regiones amazónicas nos impulsa a problematizar sobre los procesos a los que están sujetos distintos espacios y sus efectos en los territorios. Asimismo, demanda que logremos comprender las dinámicas socioeconómicas y espaciales de los diferentes proyectos geopolíticos y sus actores en el marco del desarrollo capitalista y sus resultados en términos ideológicos, sociales, económicos y políticos.

 

imagen Convo Amazonia

 

OBJETIVO DE LA CONVOCATORIA

 

Esta convocatoria tiene por objetivo profundizar en el conocimiento de las causas de las transformaciones socioeconómicas y espaciales que ocurren actualmente en la Amazonía enfocando las investigaciones en alguno de estos 5 ejes:

 

  1. Nuevos usos productivos frente al aprovechamiento sostenible del territorio
  2. Dinámicas de ocupación territorial y las formas/relaciones de producción
  3. Asentamientos humanos, migraciones y procesos de urbanización
  4. Formas de intervención del Estado en la ocupación y el uso del territorio
  5. Luchas sociales y actores económicos y políticos en juego

 

Para ver as informações completas da chamada, acesse o link.

 

https://www.clacso.org/expansion-mercantil-capitalista-y-la-amazonia-como-nueva-frontera-de-recursos/

De 03 a 07 de novembro de 2020, em Fortaleza, no Departamento de Arquitetura e Urbanismo e Design da Universidade Federal do Ceará (UFC), será realizado o VII Colóquio Internacional sobre Comércio e Cidade, com o tema “A cidade do consumo e o consumo da cidade: perspectivas e desafios no século XXI”.

 

O evento tem por objetivo reunir pesquisadoras/es, profissionais e estudantes para discutir as atividades terciárias (comércio, serviços e turismo) e sua relação com o território, bem como o seu papel na dinâmica urbana e regional, na produção arquitetônica e no design, desde um ponto de vista transdisciplinar.

 

Para mais informações sobre o evento, acesse:

 

 https://comercioecidade.com/

imagem roda de dialogo capa ed

 

“A UFRJ está na escola!”, essa é a expressão recorrente quando a equipe do projeto de extensão Rodas de Diálogo, Acesso aos Serviços Públicos e Cidadania (IPPUR/UFRJ) chega às escolas do Rio. A iniciativa tem por objetivo aproximar estudantes do debate sobre serviços públicos e o papel do Estado, ampliando os entendimentos sobre o bem público, espaços coletivos e cidadania.

 

O projeto tem sido desenvolvido pelos professores do IPPUR Lalita Kraus, Deborah Werner Alberto de Oliveira, Renata Bastos e Nathália Azevedo, em parceria com a Professora Carla Hirt, do Instituto Federal do Rio de Janeiro.

 

"A iniciativa surgiu do reconhecimento da necessidade de disputarmos na sociedade outros entendimentos sobre o Estado, o bem público, os espaços coletivos, os serviços públicos, os direitos e o pacto societário constitucional, de modo a romper com o senso comum que atribui ao público e ao Estado a ideia de corrupto, ineficaz, desqualificado etc", explica a profª Deborah Werner.

 

"Buscamos o engajamento de estudantes aos temas da esfera pública, através da troca de saberes e experiências que evidenciem e problematizem as relações entre poder público e a escala da vida cotidiana. Acredita-se no amplo diálogo como caminho de fortalecimento dos laços de solidariedade em prol do bem comum e dos valores emancipatórios, capazes de contribuir para uma sociedade mais justa e menos desigual em termos econômicos, sociais, políticos e ambientais", completa.

 

Entre 2018.2 e 2019.2, foram realizadas rodas de diálogos em quatro Escolas da Ensino Fundamental, Médio e Educação para Jovens e Adultos (EJA), nos bairros da Glória, Copacabana, São Cristóvão e Bangu.

 

Segundo Deborah Werner, as visitas apontaram desigualdades territoriais na oferta de serviço público de Educação, observadas em termos infraestruturais e de gestão, aspectos ainda em análise pelo grupo.

 

Além disso, percebe-se o quão distante a Universidade ainda está de jovens com idade próxima ao seu possível ingresso, visto que para muitos o ensino superior ainda não é considerado como uma possibilidade para o futuro.

 

Nesse sentido, juntamente com temas como saneamento básico, energias alternativas e pacto federativo, a equipe da Rodas de Diálogo conversa sobre as formas de ingresso no Ensino Superior, a importância da Universidade para o desenvolvimento de pesquisas e os diversos cursos ofertados pela UFRJ.

 

"Para além da troca de conhecimentos, podemos destacar a potencialidade transformadora dos encontros entre a vivência acadêmica e a comunidade escolar, ao estimular o exercício das distintas formas de comunicar o saber, bem como promover o engajamento político a partir da legitimidade oriunda da representatividade e do reconhecimento", relata Deborah.

 

Para o anos de 2020, o projeto de extensão pretende levar para as escolas os temas trabalhados na Oficina de Comunicação realizada ao longo de 2019.2. Na ocasião, os estudantes do GPDES aprenderam ferramentas diversas de comunicação para serem aplicadas às temáticas como Educação Política, #EunaUFRJ, Projeto de Reciclagem nas Escolas, Papel dos Três Poderes, as relações entre o público e o privado, entre outros temas.

 

Aos interessados em levar o projeto Rodas de Diálogo às escolas públicas, associações de bairro, movimentos sociais ou outros coletivos, entrar em contato com O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

 

 

DEPOIMENTOS

A seguir apresentamos depoimentos de docentes e alunos envolvidos com o projeto de extensão "Rodas de Diálogo, Acesso aos Serviços Públicos e Cidadania":

 

COMUNICAÇÃO PARA A GESTÃO PÚBLICA

Por Lalita Kraus (Docente do GPDES/IPPUR)

 

No início de 2019 começou uma colaboração com o Projeto Manivela, um projeto social colaborativo fundado por estudantes do GPDES/IPPUR com o objetivo de promover mudanças em favelas e subúrbios.

 

Os membros do projeto Rodas de Diálogo e do projeto Manivela perceberam que compartilhavam o mesmo sonho na medida em que desejavam encontrar formas, estratégias comunicativas e linguagens que pudessem comunicar para a sociedade conteúdos próprios da gestão pública e questões relativas a serviços públicos, direitos e consolidação da cidadania. O segredo, como os membros do projeto Manivela costumam dizer, é descomplicar, ou seja, transformar conteúdos complexos e de difícil compreensão através de uma linguagem mais simples, relacionada com o cotidiano das pessoas, mas não por isso menos informativa.   

 

As oficinas contaram com a participação e contribuição de Pedro Novais, professor do IPPUR, Rafael Vidal e Stephanie Assaf, pós-graduandos do IPPUR, assim como representantes do coletivo Chamas, da casa Fluminense e da Republica.org. Tornou-se assim um espaço de troca e dialogo de caráter altamente dinâmico e formativo.

 

A oficina teve como resultados diferentes produtos de comunicação, tais como jogos de educação política, folders explicando o processo de licitação e o papel do Estado, vídeos explicando a questão da sustentabilidade e o acesso à universidade mediante a realização de um percurso no campus da UFRJ.

 

Isso constitui um arquivo de material a ser utilizado nas Rodas de Dialogo que serão realizadas nos próximos anos na rede pública de ensino do Rio de Janeiro.

 

Como resultado, os alunos e os professores envolvidos começaram a compreender a comunicação como um processo fundamental para a realização de qualquer projeto de extensão que pretenda sair do espaço da sala de aula para o mundo da vida cotidiana. Saber comunicar se torna assim uma habilidade central também para a atuação de gestores públicos na produção de conhecimento, na sua divulgação e na formação da opinião pública.  

 

 

JONATHAN FELIPE PEREIRA (Aluno GPDES)

 

O projeto EUNAUFRJ se consolida como um instrumento de promoção do maior nível de informação sobre os processos que envolvem a entrada na Universidade Federal do Rio de Janeiro, bem como seus principais institutos e prédios localizados no Fundão (Cidade Universitária).

 

Soma-se a isso a sua implementação que  só foi possível devido à articulação dos estudantes integrantes do projeto. Dessa forma, compreendemos a  importância e relevância do desenvolvimento e continuidade do projeto, além da necessidade de seu maior engajamento das forças de atuação. Sabemos o real valor das técnicas de comunicação como instrumento capaz de diminuir as disparidades sociais e educacionais presentes no território brasileiro e temos o prazer de dividir com vocês um pouco do nosso trabalho até aqui desempenhado.

imagem rodas de dialogo

 

 

O QUE É CIDADANIA?

Por Isabelle Lins e Silvia Gonçalves (Alunas do GPDES)

A extensão/oficina “Rodas de Diálogo: Acesso a Serviços Públicos e Consolidação da Cidadania” carrega em seu nome, de forma abrangente, os deveres do Estado para garantirem, em sentido material, os direitos de seus cidadãos. É preciso dar acesso aos serviços públicos e formar e reformar medidas que permitam a consolidação da cidadania.

Nós, gestores públicos em formação, temos o dever de pensar e executar todas as futuras medidas, programas e projetos com um olhar para o povo. Por exemplo, não adianta instalar um posto eleitoral numa localidade onde o público precise de mais de duas horas de caminhada e dois barcos para chegar, isso impede e/ou prejudica que o individuo exerça seus direitos, mesmo que estejam garantidos num sentido formal, ou seja, constitucionalmente.

Nessa extensão, nós fazemos um trabalho de conscientização – que o Estado não faz de maneira eficiente – para com os jovens de escola pública, ensinando e relembrando a estes seus direitos e deveres, a estrutura do Estado, como fatores externos ajudam ou prejudicam o exercício individual da cidadania, entre outros pontos pertinentes. Além de fazermos análises mais completas e profundas em nossos encontros fechados, que nos ajudam a refletir sobre temáticas essenciais para nossas futuras funções, seja no setor público ou no terceiro setor.

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