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A sessão 6 da Semana PUR trouxe como tema "Lutas e disputas: desafios pós-agenda pública", com a coordenação da profª Giselle Tanaka. Os trabalhos apresentados mostraram uma diversidade temática, como agroecologia, participação popular, políticas públicas de habitação e saneamento, mercado imobiliário, remoções e resistências no Rio de Janeiro.

 

Segundo Giselle Tanaka, os trabalhos foram marcados pelas seguintes questões:

- A importância de uma pesquisa engajada, conectada com o seu tempo social;

- A pesquisa como forma de dar voz a populações inviabilizadas nas disputas territoriais;

- O mapeamento de processos de resistência, de populações que estão sendo afetadas negativamente pelo avanço do mercado sobre territórios populares e por políticas públicas que favorecem interesses econômicos restritos;

- A análise crítica de políticas públicas, acompanhada de proposições qualificadas, que reivindicam o sentido público e social do Estado;

- A questão da participação social, resultado de um momento de avanço na democratização do Estado (embora limitações em sua institucionalização), que agora está sendo desmontada pelo governo;

- Possibilidades de convergências de lutas sociais, que já vem se concretizando em espaços de resistência popular.

Além disso, foram trazidas questões metodológicas, que envolvem a pesquisa engajada, como a relação com populações atingidas, com a militância e ações de denúncia pública.

 

A seguir o resumo dos trabalhos.

 

Trabalho 1 — Cidade em disputa: agricultura, alimentação e as áreas verde na organização urbana carioca. (Renan de Oliveira Rodrigues)

Para a pesquisa de mestrado (CPDA/UFRRJ) busquei compreender a construção de uma agenda pública em Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) no município do Rio de Janeiro. Pensando na construção dessa agenda como processo histórico e como demanda social frente a reprodução de uma série de desigualdades.

 

Para tanto, articulamos quatro planos de análise. O primeiro - que interessa mais para a apresentação na Semana PUR - foi o da organização (espacial, política, econômica e social) da cidade do Rio de Janeiro em perspectiva histórica, tendo como ponto de partida o processo de urbanização a partir de meados do século XIX e enfatizando temas relacionados ao direito à cidade, às reformas urbanas, o abastecimento alimentar, a agricultura local, as disputas políticas etc. A cidade vista assim nos permite melhor compreender os diferentes sentidos atribuídos à atividade agrícola, às suas áreas verdes e, consequentemente, das populações que nelas vivem ou passaram a viver. Outro ponto, é o do acesso da população da segunda maior metrópole do país no acesso a uma alimentação saudável.

 

Os outros três planos de análise foram: o da construção das políticas de Participação Social; o do desenvolvimento dos debates, das ações coletivas e das políticas públicas sobre SAN ao longo do século XX até o presente; e, através de uma interlocução com o Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional do Rio de Janeiro (CONSEA-Rio), a trajetória recente dos debates em torno da SAN na cidade.

 

Trabalho 2 — Participação popular nas políticas públicas: o caso do Programa Baixada Viva/Nova Baixada (Fernando Nicholas dos Santos Dias)

 

O presente artigo pretende analisar a participação popular no Programa Baixada Viva/Nova Baixada através dos comitês gestores dos bairros participantes do programa. Houve um longo período com menor incisão de políticas urbanas no Estado e principalmente para o município de São João de Meriti, já que a prefeitura não dava conta das demandas e os governos estadual e federal não possuíam projetos dirigidos a esta área.

 

Em 1996 com um empréstimo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o governo estadual criou o Programa Baixada Viva para tentar solucionar as demandas da população. O Programa tinha por objetivo a promoção da melhoria da qualidade de vida da população da Baixada Fluminense por meio da realização de uma série de obras. E o aprimoramento dos espaços de participação da população e, nesse sentido, implementou Comitês Gestores nos bairros beneficiados, cumprindo  uma das pré-condições do Contrato de Financiamento com o BID. Tal contrato, acordado em setembro de 1997, exigia que a participação popular fosse assegurada. Os Comitês teriam a função de acompanhar o andamento do Programa e ser o elo de ligação entre a população e o poder público.

 

Trabalho 3 — 2019 e a continuidade das remoções: um estudo de caso de ameaça de remoção de uma ocupação popular na Gamboa  (Adriano de Carvalho Mendes)

 

A partir de 2009, a cidade do Rio de Janeiro começou a ser preparada para os grandes eventos que aconteceriam em anos seguintes (Jornada Mundial da Juventude, Copa do Mundo, Jogos Olímpicos e entre outros) que modificaram o cenário carioca. Diante disso, a cidade passou por um processo de higienização da sua paisagem sobre os espaços populares marcado por uma série de remoções que afetaram, de forma negativa, famílias que habitavam nesses espaços em diversos âmbitos da sua vida.

 

Diante disso, uma grande ideia de ressignificação da Zona Portuária deu origem a reformas do Porto Maravilha, que foi um projeto que visava a revitalização da infraestrutura urbana, dos transportes, do meio ambiente e dos patrimônios históricos e cultural da mesma. Para que fosse efetivo, famílias que viviam na região foram afetados com a questão da remoção de habitação.

 

A pesquisa partirá da análise da ameaça de remoção de uma ocupação em um casarão no bairro Gamboa, e entender os agentes governamentais e privados envolvidos e as suas demandas em relação ao espaço proposto de remoção, ir em busca de entender as relações de poder sobre o território ocupado pelos moradores do bairro e quais são as medidas e recursos que as famílias estão recorrendo para combater essas tensões sociais.

 

Trabalho 4 — Uma análise do Plano de Habitação de Interesse Social do Porto Maravilha (Rafael Alfradique Garcia)

 

O objeto desta pesquisa é avaliar o Plano de Habitação de Interesse Social do Porto Maravilha (PHIS Porto Maravilha), apresentado em 2015 pela Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (CDURP), analisando a efetivação do Plano na Área de Especial Interesse Urbanístico (AEIU) delimitada por três bairros (Santo Cristo, Gamboa e Saúde) e três setores de bairros (São Cristóvão, Centro e Cidade Nova), tendo como finalidade garantir a permanência dos atuais moradores e a promoção de habitação de interesse social para os futuros moradores da região de acordo com as diretrizes estabelecidas na Lei Complementar n° 101 de 2009 e com as determinações estabelecidas pela Instrução Normativa N° 33 de 2014 do Ministério das Cidades.

 

A metodologia de análise sobre o PHIS Porto Maravilha baseia-se nos relatórios trimestrais da CDURP no período entre 2010 até 2019, no Diagnóstico para o Plano de Habitação de Interesse Social do Porto Maravilha realizado pelo Instituto Pereira Passos (IPP) e nos artigos publicados pelo Observatório das Metrópoles sobre o Porto Maravilha no site: www.observatoriodasmetropoles.net.br

 

Trabalho 5 — Operação Consorciada Porto Maravilha dez anos depois.  (Thiago Pinho e Paula Cardoso)

 

A área portuária do Município Rio de Janeiro tem sido palco de grandes transformações nos últimos anos que já alteram de maneira significativa a paisagem urbana. Praças “requalificadas”, antigos galpões reformados e novos edifícios de uma arquitetura exuberante, com destaque para o Museu do Amanhã adentrando ao mar sobre o píer Mauá, são aspectos dessa transformação notados ao longe. Há, contudo, muitos outros aspectos desta realidade que não são revelados à primeira vista e que se escamoteiam por detrás dessa paisagem.

 

O presente trabalho tem como objetivo central examinar o estado atual da OUCPM, identificar, mapear e qualificar alguns dos principais agentes atuantes na região e avaliar a evolução de sua dinâmica imobiliária.   Para isso, foram analisados dados referentes aos preços e transações dos imóveis na região, bem como realizadas entrevistas e trabalho de coleta dados em campo. Utilizamos também da cartografia não só para representação dos dados, mas como ferramenta de análise e compreensão das relações de poder e disputas envolvidas na produção desse espaço.

 

Assim, apontamos a existência de três espacialidades que aqui denominamos: do grande capital imobiliário, de pequenos proprietários e popular. Claro, não se tratam de espaços herméticos e a existência de “infiltrações” e sobreposições expõem o conflito e correlação de forças entre os diversos agentes que produzem e se apropriam destes espaços a partir de racionalidades e práticas muito distintas.

conflito de terra pb

 

O Brasil está vivendo uma reprimarização econômica, devido ao modelo de desenvolvimento agroexportador adotado pelo país nos últimos anos. O resultado tem sido o aumento dos conflitos ambientais decorrentes dessa exploração.

 

A sessão "Reprimarização econômica e conflitos ambientais no Brasil" foi um dos destaques da Semana PUR na segunda-feira (7 de outubro). Os trabalhos apresentados trataram de temas relativos à exploração de recursos ambientais — em especiais recursos minerais — e conflitos decorrentes no país, trazendo elementos importantes para se pensar não apenas o planejamento urbano e regional mas, igualmente, a gestão pública.

 

Segundo a profª. Suyá Quintslr, coordenadora da sessão, "os trabalhos apresentados suscitam a reflexão acerca do avanço da regulação privada em questões relativas à sociedade e meio ambiente, dos conflitos decorrentes do processo de licenciamento ambiental de empreendimentos imobiliários, e da multiplicação dos conflitos ambientais devido ao modelo de desenvolvimento agroexportador adotado pelo Brasil nos últimos anos", explica e completa:

 

"Em relação à Semana PUR, acreditamos que o evento se consolidou no calendário acadêmico do Rio de Janeiro como um importante evento de caráter local para as discussões no campo do Planejamento Urbano e Regional e vêm buscando a ampliação de sua pertinência para o Campo de Públicas. Um exemplo disso é a ampliação da participação dos alunos do GPDES como apresentadores de trabalhos, além do convite a gestores públicos do IBGE e do IBAMA como palestrantes", conclui Suyá.

 

A seguir o resumo dos trabalhos apresentados na sessão "Reprimarização econômica e conflitos ambientais no Brasil".

 

 

Trabalho 1 — Os limites para a expansão petroleira: a questão do fracking no Brasil (Bianca Dieile da Silva; Henri Acselrad)

Recentemente, novas fontes profundas de hidrocarbonetos começaram a ser exploradas com técnicas extremas, aqui no Brasil, no pré-sal e nos EUA nas reservas de gás de "xisto". O fraturamento hidráulico de alta pressão, ou fracking em inglês, é a técnica de extração de gás natural de rochas pouco permeáveis, ou "gás de xisto", por meio da injeção de grandes volumes de água, areia e fluidos químicos. Os impactos nas áreas exploradas são, dentre outros, alto consumo e contaminação de águas, emissão de poluentes atmosféricos, aumento no trafego e a indução de sismos.  A segurança do uso desta técnica tem sido questionada por diversos setores da sociedade e, por esta razão, foi proibida em países como a França e a Alemanha. No Brasil, mesmo com uma mobilização de cientistas, ambientalistas e movimentos sociais contra o uso da técnica, o governo realizou, em 2013, a 12ª Rodada de Licitação, onde bacias terrestres tiveram blocos leiloados para a exploração de “gás de xisto”.

 

Trabalho 2 — Interesses e conflitos do licenciamento ambiental (Suza Mara Sousa da Costa)

O presente texto tem por objetivo compreender a dinâmica em torno do processo de licenciamento ambiental dos grandes empreendimentos. O licenciamento ambiental é um importante instrumento para a viabilidade dos empreendimentos. No entanto, sabemos que o processo de licenciamento tornou-se palco de inúmeros conflitos em torno da sua emissão. Aqui iremos focar no projeto de construção de um empreendimento imobiliário no município de Maricá. Tal empreendimento é decorrente da instalação do Comperj no município vizinho, Itaboraí. O projeto de construção desse empreendimento ameaça uma centenária comunidade de pescadores artesanais. A metodologia empregada parte da pesquisa bibliográfica sobre conflitos socioambientais e sobre os processos de licenciamento ambiental. Seguida da coleta de dados sobre o conflito em questão utilizando os seguintes instrumentos: análise de documentos; entrevistas semiestruturadas e observação participante.

 

Trabalho 3 — Práticas territoriais de poder no setor mineral: “políticas de resignação” e “governo privado indireto” em cenários de pós-desastre no Brasil (Gustavo Schiavinatto Vitti)

Nos últimos quatro anos o estado de Minas Gerais vivenciou dois grandes desastres causados por empresas de mineração, que atingiram a bacia do Rio Doce (2015) e a bacia do rio Paraopeba (2019). Esses desastres, separados no tempo, apresentam diversas no que diz respeito as decisões empresariais em um cenário de queda de preços dos minérios e irresponsabilidade do Estado, no que tange ao cumprimento do seu papel de fiscalizador. Ambos rompimentos desencadearam processos conflitivos desdobrando ações de resistência em diversos níveis e instâncias. Por parte do Estado, diversos arranjos e acordos foram estabelecidos.

 

O objetivo da pesquisa é observar de que forma os aspectos institucionais, bem como as práticas operadas dinamizam, ou não, processos de resposta e contenção das críticas e conflitos sociais decorrentes dos danos causados pelos rompimentos. Busca-se, assim, analisar o estabelecimento de estruturas de governança, programas, processos de participação social e de negociação, no intuito de observar suas proximidades e distinções.

 

Trabalho 4 — Inserção internacional periférica e meio ambiente: contribuições para o debate à luz do referencial cepalino (Deborah Werner)

O presente artigo busca contribuir para as reflexões acerca do processo de desenvolvimento brasileiro, de modo a enfatizar as implicações socioambientais de sua inserção internacional periférica. Resgatando as noções cepalinas de centro-periferia (PREBISCH, 1949), estilos de desenvolvimento (PINTO, [1976] 2000) e heterogeneidade estrutural (PINTO, [1970] 2000), defende-se que a dependência do Brasil à exportação de bens primários e recursos naturais aos mercados globais tem promovido conflitos territoriais e processos de desigualdade ambiental (ACSELRAD et al., 2013; ACSELRAD, 2013) que recrudescem as condições de subdesenvolvimento. Uma vez que o Brasil tem renovado as condições de subordinação e dependência aos mercados globais, o referencial teórico cepalino merece ser revisitados à luz dos processos recentes.

 

Trabalho 5 — Os usos estratégicos da memória por parte da Eletronorte na construção da Usina Hidroelétrica (UHE) de Tucuruí (Leandro Juárez Liberatori)

O trabalho visa recuperar o conhecimento relativo aos usos estratégicos da memória por parte da empresa Eletronorte durante a construção da UHE de Tucuruí (1973-1992) os quais tiveram, por um lado, o objetivo de justificar e legitimar a realização da obra; e por outra parte, desqualificar as reivindicações das populações que foram atingidas e deslocadas pela construção da barragem. A tal fim, nos remeteremos aos documentos produzidos na época por parte da Eletronorte diferenciando dois períodos: 1) Memória em processo: examinaremos os documentos que foram produzidos desde a criação da Eletronorte em 1973, até a inauguração da Usina em 1984. Os documentos produzidos aqui serviram para descaracterizar às populações e justificar seu deslocamento. 2) Memória pós-deslocamento: vai desde a inauguração da UHE até a finalização da construção da primeira etapa do projeto concluída em 1992.

 

Trabalho 6 — A expansão mineral no Sul brasileiro: Silenciamento da crítica analisado através dos discursos relativos à implementação do projeto carbonífero Mina Guaíba no Rio Grande do Sul (Thiago da Silva Ferreira)

A presente pesquisa visa à análise dos discursos dos atores envolvidos na implementação do projeto Mina Guaíba e seus impactos nos municípios de Charqueadas, Eldorado do Sul e região metropolitana de Porto Alegre (RS). A implementação deste projeto visa à extração de carvão para geração de energia, além de prover areia e cascalho à indústria. O empreendimento é da empresa Copelmi, que aponta em seu EIA-RIMA a geração de 1.154 empregos. A empresa e seus apoiadores, dentre eles a Secretaria de Minas e Energia – SME/RS e o Governo Estadual, apontam também para a geração de impostos e dinamização da economia, com a criação de até 3.361 empregos indiretos.

 

Em oposição há a perspectiva dos atingidos, assim como dos movimentos sociais, Ministério Público e instituições de ensino superior que apontam para prejuízos coletivos tais como a supressão de flora e fauna, o rebaixamento de lençol freático e alteração do Delta do rio Jacuí, impactos na produção de arroz de 72 famílias, além da remoção das comunidades do bairro Guaíba e do assentamento Apolonio de Carvalho. A indústria sofre ainda críticas quanto à monotonização econômica, poluição, violação dos direitos de povos e comunidades tradicionais, redução da biodiversidade, assim como prejuízos à saúde e segurança ocupacional.

Tutorial: https://docs.google.com/presentation/d/1Nw1m15m2b_fOzw4R23zRWR092N3Ngh2gTZZyEqgcCxM/edit?usp=sharing

 

Edital de renovação: Clique aqui

 

Responsável:

Arlene Zimba
Divisão de Integração Pedagógica

 

 


Categoria :
GT Migração
Data:
09/10/2019 00:00 - 10/10/2019 00:00
Local:
Museu da Imigração do Estado de São Paulo
Email :
O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
 

Apresentação

O GT de Migração da Associação Brasileira de Estudos Populacionais (Abep) tem o prazer de convidá-los para participar do XI Encontro Nacional sobre Migrações, que se realizará nos dias 9 e 10 de outubro de 2019 em São Paulo – SP no Museu da Imigração do Estado de São Paulo. 

No evento serão apresentados os artigos científicos selecionados a partir da submissão de resumos expandidos encaminhados à Comissão Organizadora do Encontro, e que foram aprovados para apresentação em Sessão Temática (oral) ou Sessão de Pôsteres.

Foram submetidos 126 resumos expandidos para a Comissão Organizadora do Encontro. Desses, 25 trabalhos foram indicados para apresentação em Sessão Temática (oral) e 88 trabalhos foram indicados para apresentação em Sessão de Pôsteres. Os resumos foram avaliados pelo Comitê Científico, pelo método duplo cego (clique aqui para Lista de trabalhos aprovados).

https://ci5.googleusercontent.com/proxy/XeN6Yuj1UzoOJ3NKFEFe4PkyQ6eKwpM5JiuzBpNcbfvEzlx-tBAtGH97xCJX4llb7PGVuo7j4i62YLFi42LuhGvbeQNnycrJ6hwYRD8f6VEADg9UdRvSXGgLnvlBMRB4lUY=s0-d-e1-ft#http://www.abep.org.br/site/media/com_phocadownload/images/mime/16/icon-pdf.png") 0px center no-repeat scroll rgba(0, 0, 0, 0);">Veja aqui a Programação completa do evento
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Inscrições

Salientamos a necessidade da realização de inscrição (gratuita) para participar do evento

clique aqui para efetuar a Inscrição.

Para viabilizar sua presença no evento, lembramos que os participantes deverão buscar recursos junto às fontes de fomento.


Apresentação em Sessão Temática

  • Verifique o dia e a hora de sua Sessão Temática. Apresente-se com 15 minutos de antecedência para transferir o arquivo digital correspondente à sua apresentação;
  • Cada apresentação terá o tempo máximo de 15 minutos. Respeite esse limite para que todos possam fazer as respectivas apresentações e para que haja tempo ao final para debate com a audiência;
  • O certificado somente será emitido se o trabalho for apresentado pelo(a) autor(a) ou coautor(a).


Apresentação em Sessão de Pôsteres

  • Deve-se apresentar um pôster para cada trabalho. O pôster deverá ter as seguintes dimensões: 90 cm de largura e 110 cm de altura. O pôster deverá ter orientação vertical;
  • Sugerimos aos(às) autores(as) que as mensagens sejam claras para o público. Recomenda-se a apresentação de gráficos, tabelas, fotografias, mapas ou outros recursos visuais que permitam interpretar o conteúdo do trabalho;
  • O pôster deve conter: introdução, objetivos, métodos, resultados, conclusões e referências, tudo de forma sucinta e clara;
  • Na parte superior do pôster deve constar: título do trabalho, nomes dos(as) autores(as) e afiliação institucional;
  • Ao menos um(a) dos(as) autores(as) deverá estar presente no dia e horário da apresentação;
  • A apresentação será feita na presença de um(a) moderador(a) e terá tempo máximo de 5 minutos.


Publicação nos anais

Instruções para os (as) autores (as)

Para que o trabalho seja publicado nos anais do evento, o prazo para o envio do texto em formato editável (doc, docx, rtf) é o dia 16 de setembro, de acordo com as normas divulgadas em carta de aceite.

Importante:
Somente os trabalhos efetivamente apresentados no Encontro serão publicados nos anais.

Para os trabalhos aprovados em Sessão Temática (oral), o texto completo deverá ter entre 15 e 30 páginas, fonte Times New Roman tamanho 12, espaçamento 1,5 linhas, margens superior e inferior 2,5 cm e esquerda e direita 3,0 cm. A estrutura do texto deve conter um resumo de até 200 palavras e de 3 a 5 palavras-chave. Somente os trabalhos efetivamente apresentados no Encontro serão publicados.

Para os trabalhos aprovados em Sessão de Pôsteres, o texto será publicado como resumo expandido e deverá ter entre 5 e 10 páginas, fonte Times New Roman tamanho 12, espaçamento 1,5 linhas, margens superior e inferior 2,5 cm e esquerda e direita 3,0 cm. Somente os trabalhos efetivamente apresentados no Encontro serão publicados.

Solicitamos que o envio do texto seja realizado por e-mail destinado a O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. com o assunto “Envio Trabalho Completo” ou “Envio Resumo Expandido/Poster”, de acordo com a sessão em que foi aprovado, e no corpo da mensagem os nomes completos dos (as) autores (as).


Comissão Organizadora

Wilson Fusco - Coordenador do GT Migração

Roberta Peres - Sub-coordenadora do GT Migração

Ana Paula Pyló – Secretaria da Abep

 
 

Todas as Datas:

  • De 09/10/2019 00:00 até 10/10/2019 00:00
 
9h00 – 10h00 Inscrições/Credenciamento
 
10h00 – 10h30 Abertura Oficial do Evento
 
10h30 – 12h30 Mesa Redonda de Abertura
 
REFÚGIO E POLÍTICAS MIGRATÓRIAS NO BRASIL DO SÉCULO XXI
 
Coordenação: Ricardo Ojima - ABEP-UFRN
 
Participantes:
 
Helion Póvoa Neto - IPPUR/UFRJ
Rosana Aparecida Baeninger - NEPO/UNICAMP
Duval Magalhães Fernandes - PUC/MG
 
12h30 – 14h00 Almoço
 
14h00 – 15h30 Sessão Temática I
 
MIGRAÇÕES INTERNACIONAIS E REFÚGIO
 
Coordenação: Duval Fernandes - PUC/MG
 
Participantes:
 
Globalização da Agricultura e Migrações Internacionais: Evidências do Caso Brasileiro - Natália Demétrio, Rosana Baeninger
A Imigração Internacional Contemporânea nos Municípios da Macrometrópole Paulista -
Luís Felipe Aires Magalhães, Lúcia Bógus, Rosana Baeninger, Natália Belmonte Demétrio
Trajetórias Laborais e Precarização do Trabalho: O Caso dos Refugiados Sírios no Brasil - Melissa Gabriela Lopes Barcellos Coimbra
A Recepção e a Permanência de Migrantes e Refugiados na Universidade Federal do
Paraná - Manuela Busato, Arthur Oliveira, Elaine Cristina Schmitt Ragnini, Graziela Lucchesi Rosa da Silva, Luana Lubke de Oliveira
Diáspora Brasileira de Ciência Tecnologia e Inovação - Ana Maria Carneiro, Ana Maria Nunes Gimenez, Flávia Consoni, Victor Fidencio Andretta, Cintia Denise Granja, Elizabeth Balbachevsky
15h30 – 16h00 Sessão de Pôsteres e Coffee Break
XI ENCONTRO NACIONAL SOBRE MIGRAÇÕES
MUSEU DA IMIGRAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO
9 E 10 DE OUTUBRO DE 2019
PROGRAMAÇÃO
DIA 09/10
16h00 – 17h30 Sessão Temática II
MIGRAÇÕES INTERNACIONAIS, GÊNERO E FAMÍLIA
Coordenação: Roberta Peres - UFABC
Participantes:
Diferenciais de Gênero e Migração Indocumentada: Uma Revisão Sistemática da
Literatura Internacional - Fabiane Cristina Silva Mesquita, Raquel Guimarães, Alisson F. Barbieri
Família, Capital Social e Migração: A Diáspora Haitiana - Adriano Alves de Aquino Araújo
“Estar Aqui, Estar Lá”: Novas Configurações Familiares e Afetivas Na Migração de
Brasileiros Para Portugal na Segunda Leva de Emigrantes no Século XXI - Gláucia Assis,
Helena Paz, Leonardo Matheus da Silva
Os Objetos e a Continuidade de Uma Vida Deslocada - Karina de França Silva Valle, Mônica Peralli Broti
Interseccionalidade e Fronteira: Mulheres Negras Migrantes na Amazônia Franco-Amapaense - Lívia Verena Cunha do Rosário
 
DIA 10/10
9h00 – 10h30 Sessão Temática III
MIGRAÇÕES, MEIO AMBIENTE E ESPACIALIDADES
Coordenação: Cláudia Baltar - UEL
Participantes:
Conservação Ambiental: a Busca pela Qualidade de Vda como Elemento Motivador de Movimentos migratórios - Mauro Augusto Santos, Renata Bernardes Faria Campos, Kênia Lima Dias
Migration in Brazilian States and Microregions: a Spatial Approach Based on Indirect Techniques and Symptomatic Variables - Járvis Campos, Ricardo Ojima, Wilson Fusco, Silvana Queiroz, Emerson Augusto Baptista
Vulnerabilidade à Seca, Desafios Institucionais e (I)Mobilidade no Nordeste Brasileiro: Partir ou Resistir? - Isac Alves Correia, Alisson Flávio Barbieri
Mobilidade Residencial Intraurbana: Proposta de Estudo para o Caso de Campinas/SP - Dafne Sponchiado, Carlos Lobo, Ricardo Alexandrino Garcia
Mobilidade e Vulnerabilidade Socioambiental: Um Estudo de Caso para Governador Valadares - Marina Cavaliéri Gomes, Gilvan Ramalho Guedes, Alisson Flávio Barbieri
10h30 – 11h00 Sessão de Pôsteres e Coffee Break
11h00 – 12h30 Sessão Temática IV
MIGRAÇÕES INTERNAS E MOVIMENTOS PENDULARES
Coordenação: Alberto Jakob - NEPO/UNICAMP
Participantes:
Migrações e Agronegócio: o Caso das Periferias Migrantes da Citricultura Paulista
Giovana Gonçalves Pereira, Rosana Baeninger
A Mobilidade Espacial da População: A Participação da Migração na Pendularidade
Metropolitana - Carlos Lobo, José Marcos P. da Cunha
Migração na Região Metropolitana de Natal: Análise para 2000 e 2010 - Paulo Victor Maciel da Costa, Silvana Nunes de Queiroz
A Expansão dos Ensinos Técnico e Superior no Seridó Potiguar e suas Influências na
Mobilidade Pendular Entre 2000 e 2010 - Leandro Nazareno Basílio Júnior
Associations Between Migration and Commuting to Work in the São Paulo Metropolitan Region - Verônica de Castro Lameira, André Braz Golgher
12h30 – 14h00 Almoço
XI ENCONTRO NACIONAL SOBRE MIGRAÇÕES
MUSEU DA IMIGRAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO
9 E 10 DE OUTUBRO DE 2019
PROGRAMAÇÃO
 
DIA 10/10
14h00 – 15h30 Sessão Temática V
NOVAS METODOLOGIAS E FONTES DE DADOS EM ESTUDOS DE MIGRAÇÕES
Coordenação: Marden Campos—UFMG
Participantes:
Os Migrantes Estrangeiros Documentados na Amazônia Brasileira no Período Pós-2010 -
Alberto Augusto Eichman Jakob
Índice Municipal de Acolhimento de Imigrantes Internacionais – IMAI - Duval Fernandes,
Alexandre Magno Diniz, Paulo Fernando Braga Carvalho, Cássio Lima, Giordane Ferreira
Migração Intermunicipal de Estudantes no Brasil entre 2007 e 2015 - Bruna Atayde Signorini,
José Irineu Rangel Rigotti, Renato Moreira Hadad
Migração Independente e Familiar: Uma Análise da Composição dos Domicílios dos
Imigrantes Recentes em São Paulo com Origem no Nordeste – 2000 e 2010 - Raquel Aline
Schneider, Fausto Brito
Simulação de Tendências Demográficas e Econômicas a Partir de Cenários de Migração
Internacional para o Brasil - Cássio M. Turra , Wagner Oliveira, Simone Wajnman, Raquel Guimarães,
Ana Lucia Guedes, Mariana Cunha
15h30 – 17h30 Mesa Redonda de Encerramento
PERSPECTIVAS E DESAFIOS PARA O CENSO DEMOGRÁFICO 2020
Coordenação: Silvana Queiroz - URCA
Participantes:
Antonio Tadeu de Oliveira - IBGE
Marden Barbosa de Campos - UFMG
Paulo de Martino Jannuzzi - ENCE/IBGE
 

GPDES na Alerj SuelleLessa

Um grupo de 26 alunos e alunas do Curso em Gestão Pública para o Desenvolvimento Econômico e Social (GPDES), estiveram no dia 16 de setembro de 2019 na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, para uma visita técnica na parte da tarde, acompanhados dos professores Fernando Peregrino e Rosângela Luft. O grupo andou pelo Palácio Tiradentes aprendendo um pouco sobre sua história e importância política.

 

A visita contou com o suporte de um guia, também aluno da UFRJ terminando a graduação em História, que nos levou por um passeio pelo espaço da Assembléia, nos indicando os momentos históricos pelos quais passava aquele edifício, relacionando sempre com a história política brasileira.

 

A troca de conhecimentos entre a gestão pública e o poder legislativo estadual aconteceu de forma a reconhecer as aproximações entre as duas esferas. A visita se mostrou um espaço muito proveitoso, tanto para os estudantes quanto para a Alerj, proporcionando um espaço de troca e aprendizado entre a teoria e a prática.

 

Para saber mais, acesse: http://www.alerj.rj.gov.br/Visualizar/Noticia/46956

 

Thiago Guain Teixeira, aluno do 9º período do GPDES, para o Boletim IPPUR.

UFRJ IPPUR - UFRJ
Desenvolvido por: TIC/UFRJ